A ideia do que hoje é um negócio de impacto socioambiental (em bom português, um negócio onde a moeda não é só o dinheiro, mas o impacto positivo social e ambientalmente) começou na metade de 2019 – e só foi possível graças a comunidade de Matariz, na Ilha Grande – RJ.
A Bia e o Lucas, fundadores da Marulho, estavam vivendo por lá e viam os restos de rede que sobravam na região. Como oceanógrafos, eles sabiam que este é um grande problema, principalmente por causa da pesca fantasma.Então veio a ideia: ”o que fazer com redes de pesca descartadas e evitar a poluição por plástico no mar?”com eles propomos uma nova forma de ver e viver no mundo.
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Sobre nós
Nossa Visão
Por que escolher a Marulho?
A ideia do que hoje é um negócio de impacto socioambiental (em bom português, um negócio onde a moeda não é só o dinheiro, mas o impacto positivo social e ambientalmente) começou na metade de 2019 – e só foi possível graças a comunidade de Matariz, na Ilha Grande – RJ.
A Bia e o Lucas, fundadores da Marulho, estavam vivendo por lá e viam os restos de rede que sobravam na região. Como oceanógrafos, eles sabiam que este é um grande problema, principalmente por causa da pesca fantasma.
Então veio a ideia: ”o que fazer com redes de pesca descartadas e evitar a poluição por plástico no mar?”com eles propomos uma nova forma de ver e viver no mundo.
o mundo melhor que a gente quer
Nossos ideais
A gente acredita na geração de impacto socioambiental positivo – mas quem impacta são pessoas, não produtos. Por isso, o que oferecemos não são “apenas produtos”, são verdadeiras ferramentas de transformação: com eles propomos uma nova forma de ver e viver no mundo.
Quem faz marulho
Somos uma rede de mulheres e homens que transformam redes de pesca descartadas em novos produtos, gerando renda local e enfrentando a pesca fantasma.
Tá, a gente toca as coisas, mas são os pescadores e locais que fazem os produtos!
Seu Filinho
88 anos, foi o primeiro redeiro a trabalhar conosco
Ana
Costureira da Praia do Matariz
Doutor
Redeiro da comunidade de Provetá
Paulo
Redeiro da comunidade de Matariz
Joari
Redeiro da comunidade de Provetá
Francisco
Redeiro da comunidade de Provetá
Benedito
Redeiro da comunidade de Provetá
Décio
Redeiro da comunidade de Matariz
Zé
Redeiro da comunidade de Provetá
Caio
Filho do Zé, aprendeu a costurar com o pai na necessidade
Lívia e Daniel
Netos do Benedito, aprendeu a costurar com ele e aos poucos carrega a tradição
Jamilly
Costureira de Provetá, a primeira mulher da comunidade que começou a costurar conosco
Daniela
Costureira de Provetá
Maria
Costureira de Provetá
Thalita
Costureira de Provetá